A mais recente polêmica envolvendo a Administração Municipal foram as cestas básicas distribuídas às famílias de baixa renda em Lagarto. Segundo populares, o quilo do feijão entregue seria de baixa qualidade, mesmo não estando fora da validade.

Ocorre que cada pacote do produto custou R$8,81 e, conforme descriminação da compra, se tratava de um feijão tipo 1. No entanto, o produto que foi entregue era do tipo 3 – isto é, de qualidade inferior ao solicitado. Dois vereadores – Eduardo de João Maratá e Josivaldo da Equoterapia – chegaram a se somar à polêmica gravando um vídeo em que denunciava o estado dos grãos em alguns dos pacotes.

Em resposta, o secretário de Desenvolvimento Social e Trabalho, Valdiosmar Vieira, gravou um outro vídeo em que reconhece a inadequação do feijão. No entanto, ele pontuou que, antes da repercussão, a empresa responsável já havia sido notificada a realizar a troca do lote. O Papa-Jaca segue acompanhando.

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POLÊMICA DO FEIJÃO 🍛| Distribuindo cestas básicas às famílias atingidas financeiramente pela pandemia, a Secretaria de Desenvolvimento Social e Trabalho (SEDEST) foi acusada nos últimos dias de ter pago R$8,81 em cada quilo de feijão distribuído. Além do preço, a qualidade foi questionada. Apesar de estar dentro da validade, vereadores repercutiram um vídeo em que apontavam que o produto não correspondia ao tipo da descrição da compra – foi entregue o tipo 3, sendo que a compra foi do tipo 1. Em outro vídeo o SEDEST Valdiosmar Oliveira reconheceu o erro, mas afirmou que este foi da empresa, que também foi responsável pela montagem do kits, e que a substituição já havia sido solicitada desde a segunda-feira (25). @opapajaca segue acompanhando. #kits #alimentacao #feijao #coronavirus #lagarto #opj

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