Ao longo da semana, um texto circulou nas redes sociais afirmando que “analisando a folha de pagamento no Portal da Transparência da Prefeitura (…), os cortes não foram feitos ou tratados com igualdade”. Os cortes ditos no texto se referem à redução em 50% nas gratificações via decreto executivo. Garantindo a isonomia, medida é vista como necessária para regular as contas de uma cidade com o limite prudencial constantemente ultrapassado.

No entanto, através de um print, servidores que preferiram não se identificar denunciaram ao O Papa-Jaca que funcionárias ligadas ao adjunto da Secretaria de Educação (SEMED), Magson da Academia, estariam sendo protegidas dos cortes em questão. Um exemplo seria uma das responsáveis pelos Recursos Humanos da SEMED, Fátima Bezerra de Matos, cujo salário saltou de pouco menos de R$2 mil em janeiro para atuais R$3 mil – com as gratificações sobe para R$6,3 mil algo a próximo a 300% em relação ao valor inicial.

Somente em julho, a contar as indenizações das férias, Fátima recebeu R$12 mil. As reduções atingiram professores, coordenadores e diretores da rede em geral. Conforme apurado por nossa equipe, um grupo de servidores da merenda e do setor de nutrição foram cobrar do adjunto uma explicação. O Papa-Jaca segue acompanhando o caso.

Durante o Festival da Mandioca, Fátima conseguiu acesso ao camarim do músico Wesley Safadão. FOTO: Reprodução